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“ (...) é no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral: e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o seu self. ”
- D.W.Winnicott
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Você precisa de mais alegria na sua vida?
O esforço e a obrigação sustentam sua vida — ou o entusiasmo também está presente? Existe uma pergunta simples, mas profundamente reveladora, que raramente fazemos a nós mesmos com verdadeira honestidade: o quanto da sua vida é sustentado pela alegria — e o quanto é sustentado apenas pelo esforço? Muitas pessoas aprendem, cedo ou tarde, que viver é cumprir tarefas, atender expectativas e sustentar responsabilidades. Elas se tornam eficientes, confiáveis e fortes. Aprendem a c
Selma Rodrìgues
20 de fev.4 min de leitura


Quando ser você mesmo parece arriscado demais
Ninguém nasce fingindo.A adaptação vem depois. No início da vida, existir é um gesto espontâneo. Um choro que emerge, um movimento sem cálculo, uma expressão que não pede permissão. Mas nem sempre o ambiente consegue acolher essa espontaneidade. E a criança percebe — muito antes de saber nomear — que algumas partes suas são acolhidas, enquanto outras geram tensão, rejeição ou indiferença. É aí que algo começa a se organizar por dentro. Para Winnicott, quando o ambiente não é
Selma Rodrìgues
14 de jan.3 min de leitura


Quando trabalhar começa a doer: ansiedade, excesso e esgotamento
A ansiedade no trabalho raramente aparece de forma abrupta. Ela costuma chegar devagar. Primeiro, como um aperto no peito antes de uma reunião. Um pensamento insistente que não silencia à noite. Um corpo que acorda cansado mesmo depois de horas de sono. Aos poucos, o que era apenas tensão pontual vai se espalhando pelo dia inteiro. A mente não desliga. O corpo permanece em alerta. E trabalhar, que poderia ser fonte de realização, passa a ser vivido como ameaça. Não é fraqueza
Selma Rodrìgues
7 de jan.3 min de leitura


Quando amar dói: por que é tão difícil ir embora?
A dor raramente chega de uma vez.Ela se insinua. Vai ocupando o corpo aos poucos: o cansaço que não passa, o peito apertado, a mente presa às mesmas perguntas. Algo não está bem — você sabe — mas permanece. Ajusta, explica, tenta mais uma vez. Como se insistir pudesse, em algum momento, tornar leve aquilo que já pesa demais. E então surge o impasse: se dói tanto, por que é tão difícil partir? Mesmo quando o entorno percebe antes de você, mesmo quando a lucidez aparece em brev
Selma Rodrìgues
6 de jan.4 min de leitura
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